sexta-feira, 25 de janeiro de 2013

_E agora? O que tu vai fazer?


(E agora? Depois de mais de 20 folhas do calendário você vem e diz apenas: "E agora?". Tenha dó, Josué. Diante de todas as possibilidade que poderiam existir no mundo, agora eu escolheria uma que faria eu nunca ter te vivido, ou outra que me fizesse deletar essa sombra escura que foi aquele tempo em que eu te quis perto de mim. Acho que estou no direito de te deixar bem pequenininho na cabeça e no coração, não porque ainda me importo, mas é que você sabe o que eu faria e fiz: sempre fico tanto tempo aos trancos, falando, falando, falando, para poder me livrar de cada resquício que sobrou de ti nos tijolos da minha casa... E é isso que vou fazer de agora em diante, até o dia em que eu me livre de todos os traumas do quanto você me fez pensar que não sirvo para amar alguém. Porque, com você, foi isso que aprendi).

_ Ah, eu não sei...

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

5 anos de Psicologia


Fiz essa opção para poder alcançar o mal-dito e o não-dito-nunca. Fiz, para conseguir proteger aquele que pensa que a vida acabou antes mesmo de ela chegar ao fim – quiçá eu mesma. Ou para salvar quem nem sabe que existe vida...

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