sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Como já dizia o Poeta (Nina quer me ninar, mas eu que nino a Nina)


Eu seria o Poetinha mais triste do mundo se não fosse por Nina. Sempre que ela dá as caras o meu coração sorri, todo tímido que só ele! Espalha-se luz até na treva mais insistente. Rá! Mas é normal, afinal, sou Poeta e perto dela eu sou só homem. Poeta que é Poeta mesmo, sabe rimar e eu não encontro rima pra Nina, só sei sorrir todo boboca agradecendo a todos os anjos por ter colocado Nina em minha vida. Porque se eu choro, ela sorri e passa. Eu coro, ela ri e eu passo. Eu passo e ela me puxa, dizendo pra eu nunca abandoná-la. Mas que loucura, né?! Uma moça como Nina pensar que eu a deixaria assim, sem Poeta pra rimar Nina com tudo menos com ritmo...
[...]
...com meus olhos de abelha a lhe fitar, mas com doçura de beija-flor pra lhe calcular todinha e lhe sentir só pra te escrever uma prosa. Mas a prosa não é sua... a prosa é minha.

(Fragmento da prosinha que o Senhor Poeta fez para mim,
pois, egoísta que sou, não deixarei que leiam-na por completo).

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