sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Quero dar adeus!


Tenho andado eu-comigo-mesma. Nada mais teve importância depois que as certezas resolveram ir embora quase sem volta... meu eu ficou assim, de raspão. É que antes eu entendia tudo e agora para quê? Se essas coisas todas prendem os enganos, embaralham a confiança e espalham mil mentiras? Só sei pensar que nada importa, nada. Tudo é incoerente e serve somente para poder, um dia, acabar com esse horror que é viver. Por isso estou de saída e levo meu eu comigo. Um dia, quase volto.


2 Comentários:

  1. Eu sempre quase vou. Mas fico, sabe? Mesmo que me tente por ir eu fico - sei lá aonde. E vou, não sei pra que caminho.

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