terça-feira, 31 de agosto de 2010

Duas Décadas e um Amor


Eu confesso. Como se tudo que fui tivesse existido pra ti, apenas. Mas fechar os olhos é saber que o mundo é belo, nascer por um triz depois de morrer triste, vivendo a vida sem ti, sabendo que tu existes. Tu. Que um dia eu quis, mas que agora deixo e sigo feliz. De olhos fechados. Sonho. Sem medo da morte.

2 Comentários:

  1. Nossa... amei estes pequenos flashs que você chama de pedacinhos em prosa, mas que para mim são mais flashs em prosa poético. Uma linguagem até que simples, mas profunda e condensada. Um fluxo simultâneo de conceitos, valores e emoções. A desilusão amorosa, assim como o próprio amor sempre rendem, a valer, muitas linhas. E condensá-las em tão poucas é uma coisa difícil. Uma objetividade subjetiva. Simplesmente belo, adorei.

    Estou seguindo, voltarei mais vezes. Prometo.
    Se quiser passa no meu blog
    http://literaturandoomundo.blogspot.com/

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  2. Isso foi tão lindo!

    "Mas, fechar os olhos e sonhar, é viver num mundo belo, nascer por um triz, depois de morrer triste, vivendo a vida sem ti, sabendo que tu existes"

    Deu vontade de roubar para mim!

    ;***

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