sábado, 3 de julho de 2010

Um Soneto de Prece


Ainda que sondes o meu coração
e de noite Tu venhas me vigiar,
mesmo que procures num espaço vão,
em mim, malícia alguma há de encontrar.

Minha boca não tornou-se culpada
conforme a palavra dos Teus lábios.
Teus caminhos foram minha morada,
seguindo conforme o recomendado.

Meus pés, de ti, nunca se afastaram,
pois Seus passos eu também divido
e no chão nossas pegadas ficaram

Por isso e por tanto que me parece,
inclina para mim o Teu ouvido
e vem escutar a minha prece.

(Salmo 16).

2 Comentários:

  1. Muito bom seu blog karina....Parabéns.....
    Cuntinue assim
    Abraço..

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  2. Muito bom. Gostei do modo em que escreveu esse poema, não ficou chato de ler, ou inconveniente. Parabéns!

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